quinta-feira, 28 de abril de 2011

Convite para Aula Inaugural - IJBA




Queridos,

O Instituto Junguiano da Bahia convida para o módulo inaugural do ano de 2011. Basta ligar e fazer a reserva da sua vaga, gratuitamente.
A programação foi elaborada com muito carinho e vale muito participar!

Muita paz,

Ana Passaro


AULA INAUGURAL

Dia 29 de abril de 2011
Abertura com Carlos São Paulo e a Palestra de Ricardo Viana sobre:
Contextualização histórica do surgimento da Psicologia.
Das 20 às 22h.

Dia 30 de abril de 2011
Das 8:30 às 10:15h
Mesa com Ana Sueli e Aicil
Tema: O surgimento da Psicologia Analítica e as Principais idéias de C. G. Jung

Das 10:15 às 10:45h coffee break

Das 10:45 às 12:30h
Mesa: Liana Neto e Marcos Aurélio
Tema: As idéias de Jung na Psicotraumatologia e a importância do estudo da Teoria em Psicologia Analítica para a vida e a profissão do homem moderno.

Das 12:30h às 14h ALMOÇO

Das 14 às 15:45h
Mesa: Tutti e Carla
A aplicação das idéias de C. G. Jung na Arteterapia e na Psicopedagogia

Das 15:45 às 16:15h – coffee break

Das 16:15 às 18h
Mesa com Carlos e Ermelinda
Tema: A aplicação das idéias de C. G. Jung no tratamento das neuroses dos sujeitos e nos distúrbios psicossomáticas e nas organizações.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dia Nacional do Arteterapeuta - 22 de abril




"Você sabia que dia 22 de abril é o Dia Nacional do Arteterapeuta?

Durante o VII Fórum de Arteterapia realizado na cidade de Niterói, no dia 21.04.2007, ficou estabelecido que no dia 22 de abril de cada ano será comemorado o Dia Nacional do Arteterapeuta. E por que 22 de abril? Porque é a data de fundação da UBAAT (União Brasileira das Associações de Arteterapia).

Essa data simboliza todos os esforços, de cada um de nós, com fins ao reconhecimento do profissional arteterapeuta, não só perante nossa comunidade, mas também àqueles profissionais das várias áreas com as quais nos relacionamos.

A definição de uma data como esta é um marco, no sentido de prestarmos atenção ao nosso papel como agentes de transformação e pela conquista de um espaço construído com muito trabalho, dedicação e amor." (Conselho Diretor da Associação de Arteterapia do Estado de São Paulo - site)


Queridos colegas,


Este é o nosso dia!!! O "dia especial", como gosto de me referir ao aniversário de cada um de nós, representa sempre o início do ano pessoal, a nova página que a vida oferece para que possamos utilizar novas cores, novas formas, novos movimentos. Que este "dia especial" de todos nós, Arteterapeutas, tenha o mesmo significado: renascimento, novas forças, novo entusiasmo, muita alegria e muitas conquistas!!!



Muita paz



Ana Passaro

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Evento na Livraria Cultura



No dia 17 de maio de 2011, estaremos na Livraria Cultura do Shopping Salvador esperando por vocês. Vamos conversar sobre a Arteterapia! Todos juntos em uma vibração de amor e alegria, faremos deste evento um momento muito especial!
Todos estão convidados!

Muita paz

Ana Passaro

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

E antes da folia...uma reflexão...

Amigos,

Pensando Arteterapia, estudando e pesquisando, tenho sempre gratas surpresas. Textos maravilhosos, leituras que instigam, que fazem pensar e repensar sobre tantos assuntos. E aqui está um destes textos!
Muita paz e boa leitura
Ana Passaro



Carnaval, um convite dionisíaco através da arte popular
Por Carla Maciel*

“A gente trabalha o ano inteiro por um momento de sonho pra fazer a fantasia de rei ou de pirata ou jardineira...pra tudo se acabar na quarta-feira...Tristeza não tem fim, felicidade sim.” Sim, foi assim que Jobim e Vinícius nos cantaram o carnaval, a maior festa popular do mundo, que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C., quando os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção, e que chegou ao Brasil em 1723, sob influências européias. Um momento de sonho, de intensa felicidade (e quase sempre de euforia - eu fora de mim), que, pelo seu caráter de arrebatamento e gozo extremo, nos remete ao mito de Dioniso, o Deus do êxtase e do entusiasmo. A palavra “Entusiasmo” (en + teos) etimologicamente significaria cheio de deus, possuído pelo deus, divino, mais amplo, desconhecido. Porém, isso pensado a partir de Dioniso, nos remeteria a um deus corpo-terra, e não, um deus das alturas e iluminações. É na inclusão da corporeidade e suas finitudes que Dioniso buscará o êxtase (ex estar), ou seja, o movimento, a transformação, a perda das formas. É fazendo esse corpo dançar, cantar e excitar-se que o que parece fixo e constante vai se misturando com outras realidades e expandindo sua existência. E o que seriam os blocos carnavalescos senão as bacantes que vão atrás de Dioniso, cantando, dançando, experimentando os prazeres da liberdade, do sexo e do sentimento de onipotência?
Pelas vias da expressão artística, sobretudo da dança, canto e música, no período carnavalesco, tendemos a afrouxar o controle do ego, dissolvendo suas amarras e filtros, abrindo espaços para que outras instâncias psíquicas se manifestem. Momentaneamente distantes do que nos engessa e inquieta cotidianamente, e com o caminho livre para que novas linguagens sejam acessadas, nos embalamos numa experiência de catarse emocional, ou seja, de canalização de energia psíquica contida. Sob a regência de Eros, símbolo da energia vital que nos move, nos entregamos de corpo e alma à experiência de ser tudo e nada, de vestir e explorar várias máscaras, desacorrentando e projetando desejos e potenciais reprimidos ou desconhecidos. Nos sentimos autorizados a cair nos braços dionisíacos da tentação fantasiada de liberdade, braços que nos carregam para longe dos limites da consciência, e protagonizamos intensas catarses que se espalham pelas avenidas. Sabemos o quanto é difícil não sucumbir a esse convite, ainda mais
quando enfeitiçado pelas gargalhadas do jovem Deus. O perigo, porém, se apresenta à festa quando o ego perde a relação e o diálogo com a totalidade da psique, pois aí vivenciamos os movimentos propostos por Dioniso através da negação, que nos leva a uma vivência de um estado dissociado onde o inconsciente vai se estruturar como contra-força. Parece-me ser a realidade dos camarotes "open bar" (com seu público estático, disposto apenas a assistir o carnaval sem se envolver com ele) que prometem uma imersão numa realidade onde só o belo será vivido, às custas de uma negação das outras possibilidades, gerando uma legião de pessoas apenas embriagadas, e sem entusiasmo.
A intensidade e a ânsia características dos foliões estão relacionadas com a efemeridade da festa, com a sensação de que se tem que tirar o máximo proveito dessa experiência, afinal, ela tem prazo de validade. O mesmo acontece com a ardente paixão dos amantes, a surpreendente disposição em viagens ou a atração avassaladora pelos docinhos nas festas infantis...ou seja, o que aumenta a adrenalina e potencializa o prazer é a constatação da impermanência e transitoriedade de alguns momentos, é saber que a roda do tempo poderá, por vezes, trazer um pouco de cinza ao que antes era só colorido, mas... voltemos ao carnaval! Há quem defenda que o termo deriva de “carne vale” (adeus carne!) ou “carne levamen” (supressão da carne), uma referência ao fato da festa anteceder a quaresma, iniciada na quarta-feira de cinzas, um período originalmente de reflexão espiritual, mas também de privações, inclusive de ordem alimentar (carne). Havia uma tendência a liberar e extravasar o que fosse possível, já que a contenção e o afastamento dos “prazeres da carne” seriam inevitáveis.
Ao pensar sobre os diversos enfoques que poderiam ser dados a esse artigo, fui capturada pela urgência de nos rememorar sobre a importância de se resgatar o carnaval como convite à expressão artística, como espaço onde processos criativos acontecem, possibilitando consequentemente o movimento de transformação e cura. Diante da infertilidade criativa da axé music e do crescimento da indústria do carnaval, que prioriza o lucro à cultura popular e a massificação ao respeito às diversidades, o carnaval enquanto campo fértil de realização criativa vem se estreitando, assim como a participação da grande massa na festa. Precisamos de integração e não segregação, de mais raiz e menos purpurina. Ainda que considerados “alternativos”, e que não recebam o valor e o destaque que merecem, os blocos afros, as rodas de samba, os bailes de máscaras e as manifestações folclóricas ainda preservam a identidade dessa festa como autênticos canais de expressão e criação artística. Com a experiência dos blocos afros,
sentimos as nossas raízes históricas e culturais serem provocadas e despertadas, ecoando internamente. Reencontramos a nossa ancestralidade e somos emocionadamente convidados, diante da força e do poder das batidas dos tambores, a nos mover na dança da vida. Já o samba, ele canta o amor e a dor, as nossas emoções mais profundas, nos devolvendo à nossa condição humana. Nesses espaços, o ego-corpo é convidado a se misturar com sons, tons e movimentos que o retiram da unilateralidade e solidão costumeiras e abrem possibilidades de encontro, ampliando a experiência do próprio ego sem a condução do mesmo. O ego é convidado a se relacionar com as polaridades e, a partir da inclusão, encontrar soluções criativas para os seus conflitos. Se além de promover uma catarse eufórica o carnaval também consegue acionar o potencial criativo dos milhões de foliões, ele pode ser uma belíssima e poderosa experiência catalisadora da cura. Assim como a vivência onírica, podemos entender o carnaval como um momento de fuga, de fantasia e irrealidade, mas também como uma experiência de crescimento, transformação e integração. De um jeito ou de outro, ninguém sai do carnaval da mesma forma que entrou, isto é certo! Deve ser por isso que Dioniso ri...
Não há dúvidas quanto ao poder da arte enquanto fonte inspiradora e canal de grandes mudanças. Sabe-se também que nenhuma transformação (transformar a ação) é possível se nos faltar a senhora inspiração, musa mor que nos coloca em contato com a nossa luz divina. Então, despeço-me com a esperança de que possamos abrir alas para que mais espaços de criação possam desfilar pelas nossas avenidas internas, nos inspirando e renovando a nossa relação conosco e com o mundo. Aí é só festejar... “é carnaval não me diga mais quem é você/Amanhã tudo volta ao normal/Deixa a festa acabar, deixa o barco correr, deixa o dia raiar/Que hoje eu sou da maneira que você me quer/O que você pedir eu lhe dou/Seja você quem for, seja o que...” Dioniso quiser!!!

Carla Maciel é psicóloga, psicoterapeuta junguiana e especialista em Arteterapia pela Universidade Denis Diderot Paris VII – França. Atualmente é professora, supervisora e coordenadora da Pós-Graduação em Arteterapia Junguiana do Instituto Junguiano da Bahia.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Mais um ano se passou... Obrigada, 2010!!!

Momentos importantes...













De verdade...Dois mil "foi" dez, afinal, continuamos na luta.
Novos amigos, muitos novos contatos, trocas de experiências riquíssimas, bons filmes, bons livros, estudos apaixonantes, construção de bases para o futuro, muito sorrisos e no dia do Natal...um encontro com o espírito do Natal, eu testemunhei a grandiosidade da comemoração do aniversário de JESUS através de um pedido de perdão.
Tempos atrás, me deixei magoar profundamente por uma pessoa. Hoje entendo que permiti esta agressão. O fato é que fiquei absolutamente destruída, no fundo de um poço escuro, frio, apertado e solitário. Quem nunca passou por isso deve achar exagero a descrição, mas quem já passou conhece perfeitamente este lugar.
Jesus, bons espíritos, borboletas, a fênix, minhas árvores, meus mestres, as flores, meus livros, meus amigos...todos vieram me resgatar e eu, mais uma vez, permiti que isso acontecesse...voltei da escuridão, mais lúcida, mais forte e segui em frente...Crie, recriei, transformei...
No último dia 25 de dezembro, depois de um ano cheio de desafios e vitórias, encontros e desencontros, recebi em casa uma visita. A mesma pessoa que tanto me feriu, veio pedir..."Me perdoe por tudo que eu te fiz, pois só agora, anos depois, eu consigo entender a extensão dos meus atos do passado."...Dentro de mim, eu já havia perdoado, mas a partir daquele momento eu perdoei fora de mim também...eu pude me ouvir, dizendo em voz alta: "Eu te perdoo."
E foi desta forma que encerrei o ciclo de 2010 e pude encontrar 2011...mais leve!!! Neste meu caminhar sou grata a todas as pessoas que encontro, mas algumas, são muito muito especiais...Celeste Carneiro com toda a paz e conhecimento que transmite; Telma Insuela que me apresentou os óleos essenciais e assim participou do meu processo de transformação; Ana, Patrícia e Débora, as proprietárias do Espaço Holambras, onde atendo, e que me acolhem de forma tão carinhosa. Patrícia Pinna Bernardo, mente brilhante e criativa, que me inspira;Larissa Seixas, minha arteterapeuta e amiga; Claudinha Antunes, minha "sombra ruiva", inquieta, criativa, amiga de outras vidas; Lúcia Mendonça, companheira de toda hora, desde os tempos do nescafé no copinho e do derby...ecaaa, heim Lúcia...rsrsrs. Toda a minha turma de Arteterapia...nossaaaaa....não podia ter acontecido um grupo melhor...amo vocês!!
Toda a turma do NACCI; a equipe do Colégio Integral Kids; meus amigos virtuais, que não conheço pessoalmente, mas que são tão fiéis e companheiros; amigos do GEPEC, companheiros a mais de 18 anos...enfim, queridos são todos vocês, que citei ou não...TODOS SÃO ESPECIAIS!!!

Muita, muita gratidão
muita paz

Ana Passaro

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dica da semana - KITCHIC

Queridos amigos,

Reencontrei esta semana, em uma rede social, uma amiga de colégio e fiquei entusiasmada com a delicadeza, beleza e bom gosto do trabalho que ela produz. Pedi permissão para divulgar o blog da Claudia Curvello e dividir com vocês meu encantamento!

http://kitchic.blog.com/

"Depois de tantos kits dados de presente e vendidos apenas às amigas, resolvi, finalmente, atender aos pedidos de divulgar meu trabalho e, principalmente, investir num projeto mais do que especial: papelaria fina... Então… Sejam muito bem-vindos a esse blog! Aqui vocês poderão ver um pouco dessa minha paixão por papéis em forma de kits, com cartões personalizados, convites, bloquinhos, tags e etiquetas. Espero que se encantem com todos eles da mesma forma que eu, quando os faço!

Com muito carinho,

Clauddia Curvello
" (texto de boas vindas do blog KITCHIC)

Espero que gostem! Acho que ainda dá para tentar encomendar para o Natal. No blog tem o contato da Claudinha. Na minha lista de links interessantes já está o da KITCHIC.

Muita paz,

Ana Passaro

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Violência e Saúde mental: famílias e crianças em risco

Repasso para vocês a informação que recebi por email da nossa querida Aicil Franco, psicóloga e professora do IJBA.

"Aconteceu no INSTITUTO JUNGUIANO DA BAHIA o primeiro encontro de capacitação para os profissionais que realizarão em Salvador pesquisa sobre violência doméstica em parceria com o Instituto de Psicologia da USP. O grupo, coordenado pela Drª Aicil Franco, professora do IJBA, é composto por médicos, psicólogos, pedagogos e arteterapeutas. Sob o tema, Violência e Saúde mental: famílias e crianças em risco - ministraram tal capacitação as Professoras Drª Leila Tardivo (Livre docente e coordenadora do Laboratório de Saúde Mental e Psicologia Clínica Social no IPUSP) e Drª Rosa Inés Colombo (Drª em Psicologia Social pela Universidade Kennedy Escuela de Graduados e Profª da Universidade de Buenos Aires). Ambas reconhecidas internacionalmente por suas contribuições científicas nas áreas de avaliação e intervenção psicológica. O grupo do IJBA, agora devidamente habilitado, compõe um grupo nacional coordenado pela Drª Tardivo e vem se reunindo e estudando o tema desde março deste ano. A contribuição baiana da pesquisa está programada para iniciar em Janeiro de 2011."

Muita paz,

Ana Passaro